terça-feira, 29 de junho de 2010
Candidatos entre a fé e a urna
Políticos investem forte nos principais segmentos religiosos – imensos rebanhos de votos. No País, só 7% afirmam não seguir religião, segundo Datafolha
Rafael Dantas
Especial para o JC
O Estado é laico, mas as eleições não. Mesmo que o período de campanha oficial não tenha começado, os candidatos à Presidência da República e às Casas Legislativas iniciaram faz tempo a procissão pelos votos junto aos principais segmentos religiosos. Num País onde apenas 7% da população afirma não seguir nenhuma religião, não é raro que o interesse dos candidatos se posicione ao lado das lideranças das maiores igrejas do Brasil.
Dentre inúmeras denominações, são as igrejas pentecostais e neo-petencostais (a exemplo da Assembleia de Deus e da Igreja Universal, respectivamente) as que mais têm participado destas “alianças” político-partidárias. “O envolvimento com a política não é exclusividade de nenhuma igreja, mas é bem perceptível que a participação entre as evangélicas pentecostais é mais constante”, afirma o cientista político e professor da UFPE, Adriano Oliveira.
A importância dos grupos religiosos para o resultado final das eleições se dá pela fidelidade dos fieis a seus líderes e ao número crescente desses rebanhos. Segundo o Instituto Datafolha, 25% da população brasileira se identifica como evangélica, sendo 19% de origem pentecostal. “A relação entre religião e política é provocada porque os políticos sabem que o eleitorado evangélico pode garantir a eleição deles. Em nome de Deus, o eleitor acaba se comprometendo com o candidato”, explicou o cientista político.
Mesmo com a influência que algumas igrejas exercem sobre os fieis, Adriano Oliveira acredita que, nas eleições presidenciais deste ano, o fator econômico terá um peso maior na decisão do eleitorado do que a opinião dos líderes espirituais.
Para a socióloga especializada em eleições e religião, Maria das Dores Machado, professora da UFRJ, os critérios que regem as alianças se dão muito mais por questões pragmáticas do que ideológicas. “Os votos ‘religiosos’ são de um caráter pragmático. Eles têm a preocupação de estar sempre muito próximo do poder. Não passa por uma discussão de esquerda ou direita, mas muito mais numa lógica de quais são as possibilidades do grupo ampliar a sua capacidade de intervenção na esfera pública.” Entre as principais vantagens negociadas com o poder público estariam as parcerias no campo da assistência social e as concessões radiofônicas.
Frente aos interesses da formação dessas alianças, as candidaturas de José Serra (PSDB) e Dilma Roussef (PT) polarizam mais as intenções de voto e a preferência das lideranças religiosas do que Marina Silva (PV), que é evangélica, membro da Assembleia de Deus, a maior denominação evangélica do País. “A Assembleia de Deus está se dividindo entre Serra e Dilma e a Universal está apoiando praticamente Dilma”, destaca Maria das Dores.
CAMPANHA
Dilma Roussef, José Serra e Marina Silva, os três principais candidatos na disputa pela Presidência, vez por outra participam, discursam e até patrocinam eventos religiosos. A mais questionada nas entrevistas sobre o assunto é a presidenciável do Partido Verde. Em discurso em Garanhuns (Agreste pernambucano), em abril, Marina disse que não iria misturar questões religiosas com políticas. “Não vou usar o púlpito como palanque e não vou satanizar ninguém”. Marina frequentemente é indagada sobre temas ácidos para sua religião, como abordo e legalização da maconha.
A candidata petista e o presidenciável tucano apostam respectivamente no apoio da Universal do Reino de Deus e da Assembleia de Deus, que já disse que não apoiará Marina no pleito de outubro. Nas suas caminhadas, Serra já comentou sobre casamento homossexual em evento evangélico e até recebeu bênção do padre Marcelo Rossi no Santuário do Terço Bizantino. As aparições de Dilma em eventos religiosos começaram no ano passado, quando numa mesma semana, em outubro, participou de um culto, em São Paulo, uma procissão católica, no Pará, e ainda tomou um banho de axé, na Bahia.
Fonte: Jornal do Commércio
quarta-feira, 9 de junho de 2010
Violações de direitos humanos prosseguem em Honduras, diz Comissão da OEA
Durante a visita, entre os dias 15 e 19 do mês passado, a Comissão "constatou que prosseguem as violações aos direitos humanos no contexto do golpe de Estado" que depôs o governo do ex-presidente Manuel Zelaya em junho do ano passado.
Segundo a CIDH, há informações sobre o assassinato de várias pessoas, entre elas jornalistas e defensores e defensoras de direitos humanos. Além disso, defensores de direitos humanos, jornalistas, comunicadores sociais, professores, sindicalistas e membros da resistência seriam alvo de ameaças e fustigações que não são devidamente investigados.
O organismo autônomo da Organização dos Estados Americanos (OEA), também denunciou no que qualificou como "Observações Preliminares" a militarização da sociedade hondurenha como resultado do golpe de Estado.
De acordo com a entidade, pode ser observado que altos comandantes do Exército ou ex-membros das forças armadas que são alvos de denúncias por participação no golpe de Estado estão ocupando a gerência de dependências públicas de alto nível no governo do presidente Porfirio Lobo.
Comissão de Direitos Humanos aprova quatro projetos que beneficiam deficientes
A aposentadoria especial está prevista no PLC 40/10, projeto de lei que teve origem na Câmara dos Deputados. Essa proposta reduz o tempo de contribuição exigido para que o deficiente se aposente - e a redução varia conforme diversas condições, detalhadas no texto, que envolvem desde a gravidade da deficiência e a idade do beneficiado até o período de contribuição. A matéria, que teve como relator o senador Sérgio Zambiasi (PTB-RS), vai agora à Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
O PLS 22/10, por sua vez, garante aos deficientes o acesso a atendimento escolar - ou seja, aos estudos - em locais especiais. Mas, para que isso ocorra, a proposta exige que eles comprovem a impossibilidade de frequentar estabelecimentos de ensino. O autor do projeto é o senador Augusto Botelho (PT-RR). O texto, que teve como relator o senador Jefferson Praia (PDT-AM), será enviado agora à Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
A isenção tributária para a compra de cadeira de rodas - inclusive quando o equipamento for motorizado - é uma das principais medidas do PLS 277/09, apresentado pelo senador Flávio Arns (PSDB-PR). A matéria prevê que, na aquisição da cadeira, de suas partes e acessórios, será concedida isenção do Imposto de Importação e do Imposto sobre Produtos Industrializados. Também reduz a zero as alíquotas da Cofins e do PIS/Pasep sobre a importação e a venda desses bens no país e, além disso, cria um incentivo tributário para que os bancos ofereçam linhas de crédito especiais para a compra de cadeiras de rodas. O senador Magno Malta (PR-ES) foi o relator da proposta, que será enviada à Comissão de Assuntos Econômicos (CAE).
Já o PLS 369/09, de autoria do senador Raimundo Colombo (DEM-SC), permite que o responsável por pessoa portadora de deficiência (ou acometida por doença que exija tratamento especial) se ausente do emprego por até 10 horas da jornada semanal de trabalho, sem que isso prejudique seu salário. O texto aponta várias exigências a serem respeitadas, como a apresentação de laudo médico e a condição de que a respectiva empresa tenha mais de 15 funcionários. A senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) foi relatora da matéria, que vai à Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
Fonte: Agência Senado
Pernambuco quer integrar Programa Nacional de Direitos Humanos
Integrantes do Comitê Pernambucano em Defesa do Programa Nacional de Direitos Humanos (PNDH3) reuniram-se hoje (09) à tarde com o secretário de Direitos Humanos do Estado, Rodrigo Pelegrino, para iniciar o processo de adesão do Estado ao projeto nacional.
O PNDH3 é um conjunto de recomendações que refletem as políticas de interesse da população brasileira em seus mais variados setores. Ele é resultado de dezenas de conferências estaduais, com a participação da sociedade civil e do governo.
Em Pernambuco, os municípios de Olinda e Jaboatão dos Guararapes já aderiram oficialmente ao Programa. A intenção é que o PNDH3 seja implantado integralmente no Estado. Para isso, seus representantes marcarão em breve uma audiência com o governador Eduardo Campos para oficializar a adesão.
Fonte: Blog de Inaldo Sampaio
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Aumento do número de adolescentes de 15 a 17 anos que trabalham
Entre as meninas, a redução do trabalho infantil foi de 15% e, em setores considerados como as piores formas de exploração da mão de obra de adolescentes, de 24%. Já entre os meninos, houve um aumento de 7% no trabalho infantil e, em relação às piores formas, foram registradas poucas alterações.
Na faixa etária entre 5 e 14 anos, o número de crianças trabalhadoras diminuiu cerca de 10%, sobretudo na Ásia, na América Latina e no Caribe.Já na África Subsaariana, o estudo classifica a situação de preocupante, uma vez que uma em cada quatro crianças entre 5 e 17 anos trabalha na região.
Na Ásia, o índice de meninos e meninas trabalhadores é de um em cada grupo de oito, e na América Latina e no Caribe, de um em cada dez A maioria das crianças e adolescentes inseridos no trabalho infantil continua na agricultura (60%) e apenas um em cada grupo de cinco recebe salário.
Fonte: Agência Brasil
Meninas adolescentes fumam mais que garotos, diz pesquisa
Estudo realizado pela Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), em escolas públicas da cidade de São Paulo, revelou que as meninas estão fumando mais que os garotos. Entre os cerca de 10% dos alunos que fumam, 61% deles são mulheres. Além disso, atualmente, cerca de 17,1 milhões mulheres ainda fumam no Brasil.
De acordo com Silvia Cury, integrante do Comitê Antitabaco da SBC e coordenadora da pesquisa, mundialmente o uso do cigarro entre as meninas têm aumentado e a indústria tabagista vem comercializando produtos "light" e com "baixos teores de alcatrão e nicotina" com forte apelo entre as mulheres. "Os riscos destes produtos são os mesmos", afirma.
Dia Mundial Sem TabacoDomingo (31), será comemorado o Dia Mundial Sem Tabaco. Este ano, o tema escolhido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é "Tabaco e Mulher". Armaganijan explica que a mulher foi escolhida para ser o foco da campanha por dois motivos: por ela ser influente na decisão do marido ou companheiro em largar o cigarro e por ela própria quando é a fumante. "É preciso alertar sobre os danos causados no organismo feminino pelo tabaco, que muitas vezes está associado à pílula anticoncepcional e pode causar infarto e derrames precocemente", alerta.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
200 milhões sem anticoncepcionais
Planejamento familiar
Renata Pedini, da Rádio ONU em Nova York.
De acordo com ela, são necessários mais investimentos para proteger a saúde e os direitos femininos em todo o mundo.
Ainda segundo Obaid, a pílula permitiu que as mulheres pudessem se dedicar à educação e ao mercado de trabalho, beneficiando também as famílias delas, sociedades e nações.
Os 50 anos da pílula e consequências serão discutidos num simpósio em 8 de junho. A ideia é debater o futuro da tecnologia em saúde reprodutiva.
Em 2008, o Fundo das Nações Unidas para a População e doadores destinaram mais de US$ 210 milhões, o equivalente a R$ 390 milhões, para a aquisição de contraceptivos.
Com o crescimento da demanda, seria necessário dobrar o montante para satisfazer as necessidades até 2015, de acordo com a Unfpa. O ano de 2015 é o limite para o cumprimento das Metas do Milênio, que englobam o acesso à reprodução saudável e planejamento familiar.
Lula receberá prêmio por luta contra a Fome
A diretora executiva do Programa Mundial de Alimentos, PMA, Josette Sheeran, inicia no domingo, 9 de maio, visita de dois dias ao Brasil onde deve entregar ao presidente Lula o prêmio "Campeão Mundial na Luta contra a Fome".
Segundo a agência da ONU, no primeiro dia em solo brasileiro Sheeran deve visitar projetos do programa 'Fome Zero' em cidades próximas a Brasília para conferir o impacto da iniciativa na vida das famílias pobres.
Países Africanos
Na segunda, dia 10, a diretora executiva do PMA participa do encontro "Diálogo Brasil-Africa sobre Segurança Alimentar", uma reunião de alto nível promovida pelo governo do Brasil, onde estarão ministros da agricultura de vários países africanos.
Segundo o PMA, durante o "Diálogo Brasil-Africa sobre Segurança Alimentar", Josette Sheeran deve entregar ao presidente brasileiro o prêmio "Campeão Mundial na Luta contra a Fome".
O diretor do Centro de Informação das Nações Unidas para o Brasil, Unic-Rio, Giancarlo Summa, falou à Rádio ONU sobre a importância do prêmio.
"É um reconhecimento do papel que o Brasil desempenha na luta contra fome, seja internamente e no cenário internacional. O Brasil está empenhado na África em cooperação técnica com dezenas de países", afirmou.
Erradicação da Fome
Segundo o PMA, o prêmio destaca a importância da parceria com o Brasil em momentos como o terremoto no Haiti, onde militares brasileiros da Minustah tiveram papel fundamental na distribuição de alimentos. O prêmio representa ainda o reconhecimento dos esforços do governo do pais no cumprimento das Metas do Milênio.
Documentário brasileiro vence principal prêmio do Festival de Direitos Humanos na Argentina
O Inadi (Instituto Nacional contra a Discriminação, a Xenofobia e o Racismo) concedeu o prêmio no valor de US$ 3 mil que foi recebido pelo roteirista do longa, Willem Dias (editor de Nossa Vida Não Cabe Num Opala).
À Margem do Lixo mostra a organização dos catadores de lixo paulistas e a recuperação da dignidade e identidade por meio do trabalho. Ele é a terceira parte de uma tetralogia iniciada com À Margem da Imagem (2003), que recebeu 19 prêmios em festivais no Brasil e no Exterior, e À Margem do Concreto (2006), que recebeu o prêmio de Melhor Filme pelo Júri Popular no Festival de Brasília.
"O filme retrata personagens que recuperam sua autoestima e constroem uma forte identidade política ao redor dos princípios solidários de uma cooperativa, que os converte em atores capazes de protagonizar um processo de mudança social", informou o júri.
Leia crítica e fotos do filme: À margem do lixo
Fonte: Cinema Click
Comissão de Direitos Humanos elege `BBB 10´ como líder em baixaria
Das 391 denúncias enviadas pelos espectadores e fundamentadas pela comissão, entre agosto de 2009 e abril de 2010, 227 referem-se ao BBB 10. As reclamações foram classificadas como desrespeito à dignidade da pessoa humana, apelo sexual, exposição de pessoas ao ridículo e nudez.
Em segundo ficou o programa “Pegadinhas Picantes”, do SBT, com 105 denúncias. Entre as reclamações, cenas de nudismo, erotismo, humor grotesco e exposição de pessoas ao ridículo. Na sequência vem o “Pânico na TV”, da Rede TV!, e as atrações regionais “Se liga Bocão”, da Record, e “Bronca na TV”, do SBT, respectivamente.
A campanha é realizada pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e a reclamações podem ser feitas no site www.eticanatv.org.br.
Fonte: Terra
sexta-feira, 26 de março de 2010
Desmatamento mundial diminui, mas segue alarmante em muitos países
Roma, Itália, 25 de março de 2010 – O desmatamento mundial, fundamentalmente a conversão de florestas tropicais para terras agrícolas, diminuiu nos últimos 10 anos, mas continua num ritmo alarmante em muitos países, a FAO anunciou hoje.
Mundialmente, cerca de 13 milhões de hectares de florestas foram convertidos para outros usos ou perdidos por causas naturais cada ano entre 2000 e 2010, em comparação com cerca de 16 milhões de hectares perdidos anualmente na década de 90, de acordo com as principais conclusões do mais completo levantamento florestal já realizado pela FAO: Avaliação dos Recursos Florestais Mundiais 2010. O estudo cobre 223 países e territórios.
Brasil e Indonésia, que tiveram os maiores taxas de perdas florestais nos anos 90, reduziram significativamente suas taxas de desmatamento. Além disso, ambiciosos programas de plantações florestais em países como China, Índia, Estados Unidos e Vietnã – combinados com a expansão natural de florestas em algumas regiões – tem adicionado mais de sete milhões de hectares de florestas a cada ano. O resultado é que a perda líquida de área florestal diminuiu para 5,2 milhões de hectares por ano entre 2000 e 2010, menos que os 8,3 milhões de hectares anuais nos anos 90.
A área florestal mundial total é de pouco mais de quatro bilhões de hectares, ou 31% da superfície terrestre total. A perda líquida anual de florestas (quando a soma de todos os ganhos em cobertura florestal é menor que todas as perdas) em 2000-2010 é o equivalente a uma superfície similar à Costa Rica.
- Brasil perdeu uma média de 2,6 milhões de hectares de florestas por ano nos últimos 10 anos, comparado com uma perda anual de 2,9 milhões de hectares anuais na década de 90; na Indonésia as perdas foram de 500 mil hectares no período de 2000-2010 e de 1,9 milhão de hectares no período de 1990-2000.
Fonte: www.fao.org.br/ddmcramp.asp
quinta-feira, 18 de março de 2010
Abaixo assinado da FAO contra a Fome

Brasil reduz número de favelas, afirma ONU
Em todo o mundo, 227 milhões de pessoas deixaram de viver em favelas nos últimos dez anos, informa o relatório. Entre os países que mais avançaram na questão, o Brasil está atrás apenas de China, Índia e Indonésia.
Apesar disso, a ONU aponta que crescimento populacional e o êxodo rural fizeram com que no total o número de favelados crescesse de 776,7 milhões para 827,6 milhões durante a década. Os autores do estudo calculam que, mantida a taxa atual, o número de habitantes de favelas chegará a 889 milhões em 2020.
Na América Latina, Argentina, Colômbia, México e Brasil juntos representam 79% do desenvolvimento urbano que a região conquistou no período. Na Argentina, destaca a análise, houve melhora na vida de 5 milhões de favelados.
Em relação ao Brasil, o estudo valia que a diminuição do número de favelados também foi possível com a criação do Ministério das Cidades, adoção de uma emenda constitucional afirmando o direito do cidadão à moradia e os subsídios de materiais de construção, terrenos e serviços.
'PASSOS GIGANTES'
Segundo o relatório, China e Índia - países mais populosos do planeta - deram "passos gigantes" para melhorar as condições de moradia de suas populações.
Metade deste crescimento veio de pessoas que já viviam em favelas, um quarto de migrantes do campo para áreas urbanas e outro quarto de pessoas que viviam em áreas rurais nas bordas das cidades e que tiveram suas residências engolidas pelo crescimento urbano.
Na semana que vem, o Rio será sede do V Fórum Urbano Mundial, entre os dias 22 e 26. Com tema "O Direito à Cidade: Unindo o Urbano Dividido", O evento da ONU visa analisar os desafios da rápida urbanização e seus impactos na sociedade.
(Com informações da BBC Brasil)
Fonte: Estadão